terça-feira, outubro 31, 2006

Novo logo da hardMOB

Apresento a vocês o novo logo da hardMOB:

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Versão maior


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Versão menor, já com o fundo característico do site


O que há de diferente? Comparem com a versão atual (mas que em breve será alterada, claro). O logo agora aponta para cima, de forma positiva e fazendo uma clara alusão do que esperamos da hardMOB no futuro.

Pode parecer besteira, eu mesmo não acredito nisso. Mas há entre os grandes empresários, marketeiros e idiotas em geral um conceito de que nenhum logo pode representar negação, pessimismo. Os logos devem sempre apontar para frente ou para cima, nunca pra trás ou para baixo. Empresas que se arriscam dessa forma podem acabar de forma prematura, ou nunca obter o sucesso esperado.

Pode ser sorte, pode ser obra d'A Força... Mas o fato é que nós realmente somos influenciados, através do nosso potente subconsciente, por imagens e cores. Associamos algumas cores a aspectos positivos ou negativos, embora este último possa ser utilizado em algumas áreas (a frieza do marrom em escritórios de advocacia, por exemplo).

A alteração no logo da hardMOB é sutil, mas vem em uma boa hora. Se as coisas realmente melhorarem, como já está acontecendo, vou acreditar no poder dos logos positivistas =)

Ah, para quem não "saca" o que significa o logo, lá vai a explicação:
A bola ao centro, azul, representa a hardMOB. Suas bolas-satélite são sites e parceiros, representando o que era a hardMOB antigamente, nos áureos tempos de ajato e iG.

segunda-feira, outubro 30, 2006

Lula reeleito, e meu blog não é original

Incrível como o Alckmin conseguiu ter MENOS votos do que no primeiro turno.

Como disse César Maia, seu erro foi ter conduzido mal o começo do segundo turno, aliando-se ao Garotinho, prestigiando apertos de mãos entre políticos e não o contato com o povo na rua.

A história do Alckmin ser privatista não teve tanta influência para a perda de votos do candidato, mas acabou com a esperança de que Alckmin pudesse crescer. O povo, ignorado por Alckmin nos 10 primeiros dias do segundo turno, abraçou a causa "não ao PSDB" propagada pelo PT.

Aprendemos com isso que nas eleições falar diretamente com o povo é mais importante do que fazer propaganda/programa na TV.

Por fim, Alckmin realmente só foi ao 2º turno por culpa do PT. Felizmente (?), o presidente Lula tornou-se um mito maior do que o próprio partido. Acabou o petismo, agora temos o lulismo.

Na minha opinião, Alckmin sai muito enfraquecido dessa disputa. Perder mais de 2 milhões de votos no 2º turno é vexatório...

......

HOLY FUCKING SHIT!

Descobri que o SENSACIONAL e ORIGINAL nome que adotei para o meu blog já foi utilizado antes em outro blog!

Da Zeuhl Wortz Mekanik - There is no word or concept of the day

Damn! Mas que blasfêmia!
Preciso agora trocar o nome do meu blog. O que sugerem? Kobaian mesmo?

sábado, outubro 28, 2006

Aleatórios

#1: Fora Vilar!

Puta que pariu! Não é burro, mas é limitado. Sem contar que, aparentemente, ninguém o respeita dentro do elenco do Palmeiras.

Ainda sobre meu time do coração, os jogadores deixam de dar entrevistas e quem o faz no lugar deles são os dirigentes. Pois bem, vejam o que eles disseram:

"Vão cobrar os jogadores, vocês (jornalistas) elogiaram tanto as contratações como Juninho, Dininho e Paulo Baier mas eles não estão dando certo" disse o gerente de futebol Ilton José da Costa (ou algum outro babaca da diretoria). Ele também falou para todos ouvirem, na descida para o vestiário, que o Palmeiras deveria fritar Paulo Baier.

Jogaram a pressão toda em cima dos jogadores. Que coisa ridícula de ser feita, que non-sense, que falta de ética e profissionalismo! Só piora o ambiente. Se eu fosse jogador, falaria para todos na imprensa o mesmo que Vampeta disse do Flamengo: "Eles fingem que pagam e nós fingimos que jogamos".

#2: Football Manager 2007

A nova versão do Football Manager 2007 está mais bonita e mais realista, com grande participação da mídia. Mas agora ficou mais difícil pra quem gosta de começar do zero, dirigindo clubes pequenos, como eu. A economia brasileira no jogo está bem real, pouco se vê o que era comum no passado, com grande "inflação" de valores de salários e transferências. Além disso, os clubes estão POBRES.

FM2007 me fez largar um pouquinho World of Warcraft.

#3: Eleições
Vou votar no Lula por não compactuar com o que foi feito na educação e segurança em São Paulo nos últimos anos. Mas gostaria mesmo de ver Cristovam lá...

#4: Gatinhus

Todos os filhotes abriram os olhos, e agora estão na fase de brincar uns com os outros, lutando e mordendo tudo que vê pela frente. Eles mal ficam na caixa agora: estou dormindo 6h por dia, sendo acordado com arranhões na minha perna. Sim, eles continuam em cima da minha cama... A Pretinha não os deixa em outro lugar ¬¬

Fotos nos próximos dias.

#5: DOENÇA

Acho que tô com abstinência de World of Warcraft :P Estou ficando tonto e perdendo o "foco" da visão ao olhar para o monitor ou para a TV. Com isso, facilmente fico tonto. Me dá vontade de apenas deitar e dormir o dia inteiro, é horrível essa sensação. Já passei por isso uma vez, mas pelo menos agora não há também labirintite.

segunda-feira, outubro 23, 2006

Fahrenheit

Wooha! Finalmente consegui jogar a versão européia de Fahrenheit, conhecido por aqui como Indigo Prophecy. Esse jogo é fantástico - ele te coloca, literalmente, dentro de um filme. Você controla três personagens cujos destinos se cruzam quando um assassinato de características estranhas é cometido por um deles. Os outros dois se envolvem por serem policiais.

O enredo é fantástico, o jogo é muito mais do que apenas diversão. Diferente do que vemos por aí, em Fahrenheit você faz parte da narrativa e interage com ela, decidindo o que e como fazer, o que dizer, controlar sua tensão... Não é como na maioria dos jogos onde você tem a ação, cut-scene (filmes para contar a história), ação, cut-scene... Você faz parte do enredo e realmente participa do que é contado.

A desenvolvedora é a Quantic Dreams, a mesma que fez o exótico Omikron: The Nomad Soul - mais conhecido como "o jogo do David Bowie". Como Fahrenheit, Omikron era um game muito à frente de seu tempo, envolvendo muitos modos de jogo e total liberdade de ação.

Por falar em "estar à frente do tempo", em Fahrenheit você tem a chance de fazer através de um controle analógico movimentos que tentam simular a realidade. Mais ou menos como o Wii, só que SEM a sensibilidade e captação de movimentos. É uma tentativa de tentar deixar o jogo mais interativo, acabando com os fatídicos apertar de botões.

A versão européia não tem censura, dá até pra ver pixels transando... Tem até um nu frontal! +_+

Fahrenheit é jogo para poucos. É muito diferente do que o público casual e average costuma ver. Exatamente por isso, vendeu pouco - a exemplo de Omikron. Ele tem o necessário para chamar atenção: violência, sangue e sexo. Mas é um jogo murcho em termos de ação, frustrando aqueles que querem apenas matar e matar, sem ligar para o enredo.

domingo, outubro 22, 2006

Propostas que gostaríamos de ver na política #2

Contribuição dos bancos.

A) Fica definido que os bancos contribuirão para um fundo (da fome? da pobreza? da saúde?) anualmente, sendo taxado seus lucros com 1%.

B) Os bancos já conseguem grandes descontos em impostos, através de ações sócio-ambientais. 1% não recupera todos esses impostos.

C) Obviamente o governo não permitiria aumento nos juros e taxas que os bancos cobram de seus clientes. Fiscalizaria em cima.

D) Acabar com os descontos dos impostos faria com que os bancos deixassem de investir no setor sócio-ambiental.

E) Por outro lado, sejamos sinceros: 1% não faz nem cosquinha perto do que os bancos arrecadam.

Claro que essa proposta é extremamente socialista, indo contra o capitalismo. Mas muitos países já fazem tributações semelhantes. Há quem pede (exemplo: Bono Vox) que todas as transações internacionais sejam taxadas em 1% para contribuir para um fundo de combate à AIDS ou à fome na África.

Os bancos ganham muito às custas do povo, é justo que eles retornem com mais investimentos (lembrem-se que os lucros que os bancos têm já levam em conta o que eles gastam em programas de ajuda social). Afinal, essa proposta não deixa de ser transferência de renda, e a classe média não aguenta mais ter que sustentar essa transferência.

quinta-feira, outubro 19, 2006

GTA no Brasil

Muitos sonham - e até esperam que um dia vire realidade - por um GTA ambientado no Brasil, nas ruas (e favelas) da nossa Cidade Maravilhosa.

Se isso dependesse do criador da série, David Jones, o próximo episódio de GTA nos novos consoles (por ora chamado apenas de GTA IV) teria como cenário o Rio de Janeiro.

(In?)Felizmente, David Jones não está mais no comando da DMA Design - hoje chamada de Rockstar North. Jones agora tem sua própria produtora, a Real Time Worlds, que está produzindo o clone de GTA Crackdown, e também supervisiona o mega-projeto online All Poins Bulletin (outro jogo aos moldes da série criada por David), da sul-coreana Webzen.

Grand Theft Auto IV: Rio teria a vibração ideal para um jogo da nova geração, "algo que você pode capturar... pense na música que é associada à essa cidade e ao país", disse Jones à revista oficial do Xbox360 na Grã-Bretanha. "Eu gosto da vibração e da vida nos jogos, mas você sabe que a maioria das cidades do mundo são chatas e frias. San Andreas, Los Angeles, que seja. Elas não são tão excitantes", prossegue o guru.

Bem, Jones talvez esteja certo ao dizer que o Rio de Janeiro seja uma cidade "quente". Todos sabem que o povo carioca é receptivo, caloroso e amicíssimo. Temos o samba e o carnaval, as belas mulatas semi-nuas nas praias, o corcovado e o Cristo Redentor... Mas sejamos sensatos: GTA é um jogo violento e extremamente criticado fora da indústria de games (algumas vezes, até mesmo dentro dela). O que veríamos em um GTA IV: Rio seria pano de fundo para acabarmos de vez com qualquer esperança de que a indústria de games no Brasil cresça da mesma forma como cresceu no Chile e no México.

Basta lembrar o que aconteceu com Os Simpsons e o fatídico episódio em que eles vêm até o Brasil/Rio de Janeiro. À época, houve pesadas críticas de FHC, do prefeito e do secretário de turismo da cidade. Houve até tentativa de processar a Fox e os criadores do desenho!

Para nós, gamers, um jogo baseado no Brasil (em qualquer cidade) é até mesmo uma honra, seja ele violento ou não. O Rio mesmo já foi palco para Driver 3 e SOCOM 2, só para citar os mais recentes casos, sem contar com o famoso mapa CS_Rio para Counter-Strike...

Mas nossos políticos e a sociedade brasileira não estão preparados para ver tal "homenagem" sendo feita. Eles não entendem que aquilo é apenas um jogo. Para eles, a realidade das ruas sendo retratada em um "video-game" incita à violência, alienam os jovens, etc.

O gozado é que quando nós, brasileiros, retratamos o país em que vivemos, todos acham normal. Pegue por exemplo o excelente filme Cidade de Deus, que inclusive é citado por David Jones: "Rio de Janeiro seria perfeita (...) do histórico subúrbio e do estádio do Maracanã até a enorme estátua de Cristo cravada precariamente nas montanhas. E também com suas paisagens, de um lado uma imensa floresta e do outro as cores e o carnaval das conhecidas favelas, brilhantemente retratadas no filme Cidade de Deus. Há um paraíso criminal (gangsters) logo alí.".

Nada contra o filme: pra mim, é o melhor já produzido neste país. Ele é tão perfeito e realista que passa a (real) imagem dita logo acima por Jones. Nós temos orgulho de Cidade de Deus, mas o Brasil expurgaria GTA IV: Rio.

Para o bem da indústria de games neste país, para o bem dos jogos "violentos", que nunca tenhamos um GTA ambientado no Brasil.

Ou, que façam melhor: deixe-nos produzir um GTA. Se o produto é brasileiro, aí então todos veriam com bons olhos. Mesmo sendo violento. O importante é impressionar os gingos de nossa capacidade técnica, mostrando nossa violência e miséria. Dando o maior exemplo do abismo que separam as classes sociais nesse país.

terça-feira, outubro 17, 2006

Propostas que gostaríamos de ver na política #1

Sigilos

A) A partir do momento em que você é eleito pelo povo para um cargo político, seus sigilos fiscal e telefônico imediatamente passam a ser de domínio público. Para isso, cria-se uma base de dados atualizada mensalmente e de fácil acesso para a população - visível não só pela Internet. Os suplentes também teriam seus sigilos tornados "públicos".

B) Para fiscalizar, o Ministério Público destinaria alguns de seus melhores promotores. Tais promotores também teriam seus sigilos quebrados.

C) Qualquer suspeita de ato ilícito, o político e seus suplentes imediatamente tomariam uma licença NÃO REMUNERADA do cargo. A verba do gabinete continuaria sendo destinada apenas para o pagamento dos funcionários.

D) Ao fim do processo político-criminal, se configurar que o eleito é completamente inocente, os responsáveis diretos pelas denúncias responderá por crime de falsa denúncia ou o que quer que seja.

E) Caso contrário, uma vez comprovado o crime, o eleito perde imediatamente seu cargo e seus direitos políticos. Responderá pelo crime em liberdade, mas será vigiado pela polícia.

F) O Procurador Geral da República, os ministros do TSE, o Presidente da República e os presidentes da Câmara e do Senado decidirão pela cassação do político, para que não haja uma votação que obstrua o senado/câmara. Essa decisão, como vocês podem ver, envolve os três poderes do estado (legislativo, executivo e judiciário). Nos estados e municípios, essa decisão ficará a cargo de seus máximos representantes (Procurar do Estado/Cidade, Governador/Prefeito, etc.).

G) Caso o crime ocorra com algum funcionário direto do político, que ainda possui seus sigilos guardados, ambos passarão a responder pelo crime da forma dita acima.

H) O governo faz um anúncio em rede federal/estadual/municipal dizendo à população para onde tal dinheiro sujo será destinado (após tornar-se "limpo", é claro).

Quer ser "homem do povo, homem público"? Pra que esconder então o que você faz no cargo que lhe botamos pra ficar por 4 ou 8 anos?