Bons votos a todos hoje :)
Como prometido, vou revelar meus votos aqui nesse blog:
Deputado Estadual: Cláudio Gaspar Dottori/PV 43062
Como tantos outros, conheci esse político através do Programa do Jô. Eu já iria votar no PV para Deputado Estadual, mas sentia falta de escolher um representante direto - para poder ter com quem reclamar no futuro. Gostei das propostas desse cara, e ele me pareceu confiável. Meu voto vai pra ele.
Deputado Federal: Enéas/PRONA 5656
Médico, físico, professor e matemático. Concordo que Enéas é um canastrão, mas só quando ele apresenta seu programa eleitoral. Dispondo de pouquíssimo tempo, ele precisa mesmo ser ágil e ter grande presença para poder entrar na cabeça do eleitor. Mas basta ver Enéas fora da bancada-palanque do PRONA para constatar a brilhante pessoa que ele é. Muito inteligente, muito culto e também sensato. Alguns criticam que votar no Enéas é arriscado pois outros tantos desconhecidos o acompanham. Ora, votar em deputado é votar no partido. Seu voto vai, principalmente, para a legenda do partido, e com algumas matemáticas malucas da nossa legislação as cadeiras são separadas entre os candidatos mais bem colocados. Nas últimas eleições federais o PT foi o que mais se beneficiou com esse esquema... Prefiro dar então cadeiras a um partido que eu confio plenamente. Impostores podem mudar de legenda, de formas até duvidosas. Mas isso só comprova o poder sujo de grandes partidos desse país.
Senador: Suplicy/PT 131
Espero sinceramente que ele se candidate a prefeito, governador ou presidente nas próximas eleições. Se o mundo é mesmo justo, ele um dia comandará esse país.
Governador: Mercadante/PT 13
Não quero continuar com o PSDB no estado de São Paulo, não pela falta de segurança mas sim pela educação precária destes 12 anos do partido à frente do Estado. Nem na época do Fleury a educação era tão ruim. Essa educação esdrúxula que tivemos foi a grande responsável por formar os criminosos que hoje estão na rua. E a Febem, outra piada, conseguiu apenas "educar" os soldados do PCC. Torço, mas sem muitas esperanças, para que a eleição vá para o segundo turno.
Presidente: Cristovam Buarque/PDT 12
O candidato mais preparado de todos que estão na disputa. O incrível é que mesmo tendo como foco a educação, suas propostas para outros setores são excelentes - arriscaria a dizer que são até melhores do que os próprios planos para a educação. Cristovam tem excelentes propostas para a economia e a infra-estrutura do Brasil, e é uma pena que o povo não tenha se rendido à luta dele pela educação (quem sabe depois das eleições... veremos). Mas eu ainda confio que o país pode ter políticos sensatos e coerentes, que queiram fazer um governo de planejamento a médio e longo prazo, sem se preocupar em ficar no poder depois de quatro anos (mas vamos esperar o que vai dar a reforma política, com o provável fim da reeleição).
Estou com uma leve dor na coluna... Mas nada preocupante. E nada me fará perder a chance de votar e mudar muita coisa nesse país. Aliás, essa dorzinha não me fará nem mesmo perder o otimismo.
domingo, outubro 01, 2006
quinta-feira, setembro 28, 2006
Me dê um abraço
Antes de mais nada, vejam esse vídeo:
Juan Mann teve uma idéia brilhante: passar um pouco de seu calor humano para as pessoas de uma cidade, através de abraços. Para isso ele criou uma placa com os dizeres "FREE HUGS", que significa ao pé da letra "abraços de graça". A princípio o povo não entendeu muito bem essa atitude e o achou louco, muitos olhando com ares desconfiados... Mas Juan apenas queria dar seus abraços, compartilhar um pouco do amor que ele sente pelo mundo e pelas pessoas. Pouco a pouco, o povo foi abraçando-o. E cada vez mais abraços eram dados, cada vez mais pessoas aderiam à campanha, também carregando placas e dando abraços aos transeuntes.
Nos tempos modernos há uma grande falta de contato entre a humanidade: o mundo fica cada vez menos sociável. Por causa disso, a campanha de Juan passou a ser um fenômeno, conhecida por toda a cidade.
As autoridades - fiscais, policiais, oficiais da prefeitura - tiveram que acabar com isso. Uma das prováveis razões é a tal regra política de tentar evitar qualquer manifestação popular antes que ela vire algo grande o suficiente para derrubar governos.
Juan não queria isso, ele queria apenas abraçar as pessoas e fazê-las entender o quão importante é o contato humano, transmitir seu calor para alguém desconhecido, fazer o dia melhor e fazer a sua vida valer a pena.
A campanha continuou nas ruas, agora com um abaixo-assinado para que "autorizassem" a nobre e inocente manifestação de afeto. 10.000 assinaturas foram recolhidas e, com isso, até mesmo os policiais passaram a receber - e dar - abraços.
Um ato bonito, uma excelente iniciativa, algo que todos precisamos: calor humano, sinceridade em gestos de compaixão.
Agora, se você não quer se revoltar comigo nem leia a parte de baixo...
Nós não precisamos de Deus. Precisamos de um abraço. Milagres não existem, mas aquela pessoa que você vê todo dia no ponto de ônibus existe. Abrace-a! Ela pode fazer seu dia diferente! VOCÊ pode fazer o dia dela melhor. Nós não precisamos de palavras ditas por pastores, padres ou o que seja. Precisamos apenas de um grande e imenso abraço coletivo, passar o calor humano e uma esperança de paz e entendimento entre todas os credos, raças, países, movimentos, partidos...
Não creia em Deus. Creia na humanidade.
Creia no poder que um abraço possa ter.
Abrace um amigo. Abrace um estranho. Você já abraçou alguém hoje?
Juan Mann teve uma idéia brilhante: passar um pouco de seu calor humano para as pessoas de uma cidade, através de abraços. Para isso ele criou uma placa com os dizeres "FREE HUGS", que significa ao pé da letra "abraços de graça". A princípio o povo não entendeu muito bem essa atitude e o achou louco, muitos olhando com ares desconfiados... Mas Juan apenas queria dar seus abraços, compartilhar um pouco do amor que ele sente pelo mundo e pelas pessoas. Pouco a pouco, o povo foi abraçando-o. E cada vez mais abraços eram dados, cada vez mais pessoas aderiam à campanha, também carregando placas e dando abraços aos transeuntes.
Nos tempos modernos há uma grande falta de contato entre a humanidade: o mundo fica cada vez menos sociável. Por causa disso, a campanha de Juan passou a ser um fenômeno, conhecida por toda a cidade.
As autoridades - fiscais, policiais, oficiais da prefeitura - tiveram que acabar com isso. Uma das prováveis razões é a tal regra política de tentar evitar qualquer manifestação popular antes que ela vire algo grande o suficiente para derrubar governos.
Juan não queria isso, ele queria apenas abraçar as pessoas e fazê-las entender o quão importante é o contato humano, transmitir seu calor para alguém desconhecido, fazer o dia melhor e fazer a sua vida valer a pena.
A campanha continuou nas ruas, agora com um abaixo-assinado para que "autorizassem" a nobre e inocente manifestação de afeto. 10.000 assinaturas foram recolhidas e, com isso, até mesmo os policiais passaram a receber - e dar - abraços.
Um ato bonito, uma excelente iniciativa, algo que todos precisamos: calor humano, sinceridade em gestos de compaixão.
Agora, se você não quer se revoltar comigo nem leia a parte de baixo...
Nós não precisamos de Deus. Precisamos de um abraço. Milagres não existem, mas aquela pessoa que você vê todo dia no ponto de ônibus existe. Abrace-a! Ela pode fazer seu dia diferente! VOCÊ pode fazer o dia dela melhor. Nós não precisamos de palavras ditas por pastores, padres ou o que seja. Precisamos apenas de um grande e imenso abraço coletivo, passar o calor humano e uma esperança de paz e entendimento entre todas os credos, raças, países, movimentos, partidos...
Não creia em Deus. Creia na humanidade.
Creia no poder que um abraço possa ter.
Abrace um amigo. Abrace um estranho. Você já abraçou alguém hoje?
terça-feira, setembro 26, 2006
Mekanïk Kommandoh
Ziss unt etnah, ziss unt etnah, ziss unt etnah, ziss unt etnah...
Ehl ehl ehl worist do wahn worotsai! Ehl ehl ehl worist do wahn worotsai! Ehl ehl ehl worist do wahn worotsai! Ehl ehl ehl worist do wahn worotsai!
Maneh wehso wori ri ri ri ri ri. Maneh wehso wori ri ri ri ri ri. Maneh wehso wori ri ri ri ri ri. Maneh wehso wori ri ri ri ri ri.
Ewiweh losoi ewiweh lo doi doi doi... Ewiweh losoi ewiweh lo doi doi doi... Ewiweh losoi ewiweh lo doi doi doi... Ewiweh losoi ewiweh lo doi doi doi...
Owehlo wehso wehlo wehso wehlo loi - uh! Owehlo wehso wehlo wehso wehlo loi - uh! Owehlo wehso wehlo wehso wehlo loi - uh! Owehlo wehso wehlo wehso wehlo loi - uh!
Wi wi! wehloso elohwe wehlosoi. Wi wi! wehloso elohwe wehlosoi. Wi wi! wehloso elohwe wehlosoi. Wi wi! wehloso elohwe wehlosoi.
Eweleh woso wori weleh woso wori! Eweleh woso wori weleh woso wori! Eweleh woso wori weleh woso wori! Eweleh woso wori weleh woso wori!
Uh!
Ehl ehl ehl worist do wahn worotsai! Ehl ehl ehl worist do wahn worotsai! Ehl ehl ehl worist do wahn worotsai! Ehl ehl ehl worist do wahn worotsai!
Maneh wehso wori ri ri ri ri ri. Maneh wehso wori ri ri ri ri ri. Maneh wehso wori ri ri ri ri ri. Maneh wehso wori ri ri ri ri ri.
Ewiweh losoi ewiweh lo doi doi doi... Ewiweh losoi ewiweh lo doi doi doi... Ewiweh losoi ewiweh lo doi doi doi... Ewiweh losoi ewiweh lo doi doi doi...
Owehlo wehso wehlo wehso wehlo loi - uh! Owehlo wehso wehlo wehso wehlo loi - uh! Owehlo wehso wehlo wehso wehlo loi - uh! Owehlo wehso wehlo wehso wehlo loi - uh!
Wi wi! wehloso elohwe wehlosoi. Wi wi! wehloso elohwe wehlosoi. Wi wi! wehloso elohwe wehlosoi. Wi wi! wehloso elohwe wehlosoi.
Eweleh woso wori weleh woso wori! Eweleh woso wori weleh woso wori! Eweleh woso wori weleh woso wori! Eweleh woso wori weleh woso wori!
Uh!
segunda-feira, setembro 25, 2006
WCG - World Cyber Games
Fui hoje no dia das grandes finais dos torneios da WCG 2006. Assisti boa parte delas, inclusive a disputada e emocionante primeira parte da final do CS 1.6, entre o pessoal do mibr e do GC. Deu GC quando assisti, mas quando fui embora o mibr ganhou a finalíssima, sagrando-se vencedor.
Duas coisas me chamaram atenção na feira.
A primeira foi a falta de cobertura da mídia especializada no Brasil. Só o Arena iG estava lá, com apoio da Hive. Palmas para eles, que fizeram uma boa cobertura - inclusive com vídeos, entrevistas bacanas, etc.. Vale citar que o Arena iG é um dos parceiros da MarketingCell (via o seu braço "Hive"), grande "organizadora" e promoter do evento. Isso não exclui, claro, o fato da exclente cobertura por parte do Arena. As garotas de lá, principalmente, fizeram um excelente trabalho :)
Ví também o Claudio BatZ do site GamesBrasil, não cheguei a ver o Pablo Miyazawa mas sei que ele estava por lá.
E foi "só". Provavelmente mais alguma coisa aparecerá nos próximos dias em outros sites (e nas próximas semanas em algumas revistas), mas sem a devida cobertura in loco que um evento desse mereceria.
PlayTV estava lá, junto com - vejam só - Globo e SBT. Só no dia da final, o SBT fez 4 ou 5 matérias!
Sei que o resto da imprensa no Brasil, como OuterSpace e UOL Jogos, focaram na cobertura do grande evento "worldwide", a Tokyo Game Show. Eles fizeram um bom trabalho nesse aspecto, com ótimas cobertura. Mas para apoiar o mercado nacional de jogos, incentivar nossos eventos, faltou pelo menos um espaço sobre a WCG em cada site. Com o poder que eles têm poderiam transmitir os jogos em tempo real, coisa que o pessoal da TeamPlay fez com o CS. Nem vou comentar sobre esses caras, pois sei o sucesso que eles fizeram lá - e o site existe há umas 3 semanas apenas!
A segunda coisa que me chamou atenção por coincidência também foi notada pela Renata Honorato, editora do Arena iG. Ela comentou sobre isso em seu blog. Antes e durante a final do CS, havia no auditório pessoas que, digamos, "destoavam" do resto das pessoas que lá estavam. Era uma mãe, acompanhada de seus dois filhos - uma garotinha, o outro acredito ser um garoto, mas não cheguei a olhar muito ara ele - sentados, observando boquiabertos para todo aquele movimento, luzes, grandes TV's de plasma... Um mundo que eles não estão acostumados a ver. Apenas sonhar.
A família estava lá não para concorrer a algo, muito menos para torcer por algum time ou para fazer cobertura do evento. Eles nem entendiam o que se passava por lá. Entraram, provavelmente, por curiosidade - a entrada era franca e a WCG aconteceu no Porão das Artes, no Ibirapuera. Deram de cara com um mundo bem diferente do que eles vivem. Ficaram esquecidos e encolhidos em seus cantos, talvez até torcendo para não serem notados. O rosto da mãe me comoveu, mostrando uma tristeza por não poder dar tudo aquilo aos seus filhos, ou por saber que esse mundo tecnológico está longe de seu alcance.
Me senti um nada por isso, um ser impotente e incapaz. Depois do evento eles foram embora, pouco agasalhados em um frio de quase 10ºC. Chegaram em sua casa para contar as latinhas de alumínio que pegaram pelo parque e, quem sabe, contar para o resto da família o mundo que eles viram - aquele mundo que só aparece em novelas.
Refleti por alguns instantes. Se eu um dia conseguir fazer algo parecido com a WCG, prometi a mim mesmo que darei oportunidade para que TODOS participem. TODOS. E não apenas isso. Muita coisa pode e deve ser feita a essa gente, que pouco lembramos e notamos.
Duas coisas me chamaram atenção na feira.
A primeira foi a falta de cobertura da mídia especializada no Brasil. Só o Arena iG estava lá, com apoio da Hive. Palmas para eles, que fizeram uma boa cobertura - inclusive com vídeos, entrevistas bacanas, etc.. Vale citar que o Arena iG é um dos parceiros da MarketingCell (via o seu braço "Hive"), grande "organizadora" e promoter do evento. Isso não exclui, claro, o fato da exclente cobertura por parte do Arena. As garotas de lá, principalmente, fizeram um excelente trabalho :)
Ví também o Claudio BatZ do site GamesBrasil, não cheguei a ver o Pablo Miyazawa mas sei que ele estava por lá.
E foi "só". Provavelmente mais alguma coisa aparecerá nos próximos dias em outros sites (e nas próximas semanas em algumas revistas), mas sem a devida cobertura in loco que um evento desse mereceria.
PlayTV estava lá, junto com - vejam só - Globo e SBT. Só no dia da final, o SBT fez 4 ou 5 matérias!
Sei que o resto da imprensa no Brasil, como OuterSpace e UOL Jogos, focaram na cobertura do grande evento "worldwide", a Tokyo Game Show. Eles fizeram um bom trabalho nesse aspecto, com ótimas cobertura. Mas para apoiar o mercado nacional de jogos, incentivar nossos eventos, faltou pelo menos um espaço sobre a WCG em cada site. Com o poder que eles têm poderiam transmitir os jogos em tempo real, coisa que o pessoal da TeamPlay fez com o CS. Nem vou comentar sobre esses caras, pois sei o sucesso que eles fizeram lá - e o site existe há umas 3 semanas apenas!
A segunda coisa que me chamou atenção por coincidência também foi notada pela Renata Honorato, editora do Arena iG. Ela comentou sobre isso em seu blog. Antes e durante a final do CS, havia no auditório pessoas que, digamos, "destoavam" do resto das pessoas que lá estavam. Era uma mãe, acompanhada de seus dois filhos - uma garotinha, o outro acredito ser um garoto, mas não cheguei a olhar muito ara ele - sentados, observando boquiabertos para todo aquele movimento, luzes, grandes TV's de plasma... Um mundo que eles não estão acostumados a ver. Apenas sonhar.
A família estava lá não para concorrer a algo, muito menos para torcer por algum time ou para fazer cobertura do evento. Eles nem entendiam o que se passava por lá. Entraram, provavelmente, por curiosidade - a entrada era franca e a WCG aconteceu no Porão das Artes, no Ibirapuera. Deram de cara com um mundo bem diferente do que eles vivem. Ficaram esquecidos e encolhidos em seus cantos, talvez até torcendo para não serem notados. O rosto da mãe me comoveu, mostrando uma tristeza por não poder dar tudo aquilo aos seus filhos, ou por saber que esse mundo tecnológico está longe de seu alcance.
Me senti um nada por isso, um ser impotente e incapaz. Depois do evento eles foram embora, pouco agasalhados em um frio de quase 10ºC. Chegaram em sua casa para contar as latinhas de alumínio que pegaram pelo parque e, quem sabe, contar para o resto da família o mundo que eles viram - aquele mundo que só aparece em novelas.
Refleti por alguns instantes. Se eu um dia conseguir fazer algo parecido com a WCG, prometi a mim mesmo que darei oportunidade para que TODOS participem. TODOS. E não apenas isso. Muita coisa pode e deve ser feita a essa gente, que pouco lembramos e notamos.
sábado, setembro 23, 2006
Qual o problema das pessoas? Ou o problema sou eu?
Foto nova, para quem não percebeu. BEM nerd, diga-se de passagem.
Qual o problema das pessoas? Por que elas não confiam em mim, por que elas teimam em achar que eu sou o "errado", o mau humorado e o que leva tudo pra baixo?
Talvez o problema esteja em mim, em como eu sou. Tenho defeitos, reconheço muitos e sei que posso mudá-los. Mas não dá para aceitar quando algo é feito CONTRA a minha vontade e, no fim, a situação mostra-se que eu estava certo. E o PEOR: geralmente teimam em continuar NÃO ME OUVINDO, não aceitando minhas sugestões e críticas!
Não sei por que ainda mantenho meu jeito caridoso e de bom coração. Não há mais razões para acreditar na minha utopia idiota de que a humanidade pode viver bem. Maldito mundo canibal onde o que importa mesmo é a SUA sobrevivência, e dane-se o resto.
Há dias estou decepcionado com todo esse establishment em que vivemos. E não digam que eu não corro atrás, não batalho para mudar isso. É justamente por ser um guerreiro que eu pioro cada vez mais. Não há correção nas pessoas. Se isso fosse um objeto, algo material, tenho certeza que eu seria vencedor. Não me chame de perdedor. O problema está nas pessoas.
Não. O problema está em mim mesmo. Eu devo mudar. Vou ser igual a todos agora.
Oi umbigo, como você vai?

Desculpem pelo desabafo.
Blog: Minha gata vai dar cria nos próximos dias :)
Qual o problema das pessoas? Por que elas não confiam em mim, por que elas teimam em achar que eu sou o "errado", o mau humorado e o que leva tudo pra baixo?
Talvez o problema esteja em mim, em como eu sou. Tenho defeitos, reconheço muitos e sei que posso mudá-los. Mas não dá para aceitar quando algo é feito CONTRA a minha vontade e, no fim, a situação mostra-se que eu estava certo. E o PEOR: geralmente teimam em continuar NÃO ME OUVINDO, não aceitando minhas sugestões e críticas!
Não sei por que ainda mantenho meu jeito caridoso e de bom coração. Não há mais razões para acreditar na minha utopia idiota de que a humanidade pode viver bem. Maldito mundo canibal onde o que importa mesmo é a SUA sobrevivência, e dane-se o resto.
Há dias estou decepcionado com todo esse establishment em que vivemos. E não digam que eu não corro atrás, não batalho para mudar isso. É justamente por ser um guerreiro que eu pioro cada vez mais. Não há correção nas pessoas. Se isso fosse um objeto, algo material, tenho certeza que eu seria vencedor. Não me chame de perdedor. O problema está nas pessoas.
Não. O problema está em mim mesmo. Eu devo mudar. Vou ser igual a todos agora.
Oi umbigo, como você vai?
Desculpem pelo desabafo.
Blog: Minha gata vai dar cria nos próximos dias :)
terça-feira, setembro 19, 2006
Wii Will Rock You
Ainda no mesmo assunto do Nintendo Wii, postarei mais um vídeo do novo console da Nintendo.
Só que, desta vez, o vídeo foi feito por fãs. E utilizou o que a Nintendo acha de "grande sacada" do nome Wii: a pronúncia de Wii é parecida com We, e a Nintendo quer com isso deixar bem claro o alcance de sua revolução (We em inglês significa "Nós", ou seja, o Wii é para todos nós nos divertimos).
Eu acho o nome Wii bobo. Mas isso vou comentar em outro post.
O vídeo tem ao fundo a música do Queen, "We Will Rock You". Ouçam o "we will we will rock you" e liguem o nome dela ao nome do console :)
Genial. É impressionante como genialidades assim nos faz dizer "como não pensei nisso antes?!". É, alguém pensou antes que você...
BÔNUS!
Vejam a que ponto chega o jornalismo brasileiro não especializado no assunto... Uai-ai, sô! Ai ai ai ai ai... :P
Só que, desta vez, o vídeo foi feito por fãs. E utilizou o que a Nintendo acha de "grande sacada" do nome Wii: a pronúncia de Wii é parecida com We, e a Nintendo quer com isso deixar bem claro o alcance de sua revolução (We em inglês significa "Nós", ou seja, o Wii é para todos nós nos divertimos).
Eu acho o nome Wii bobo. Mas isso vou comentar em outro post.
O vídeo tem ao fundo a música do Queen, "We Will Rock You". Ouçam o "we will we will rock you" e liguem o nome dela ao nome do console :)
Genial. É impressionante como genialidades assim nos faz dizer "como não pensei nisso antes?!". É, alguém pensou antes que você...
BÔNUS!
Vejam a que ponto chega o jornalismo brasileiro não especializado no assunto... Uai-ai, sô! Ai ai ai ai ai... :P
domingo, setembro 17, 2006
PlayStation 3 e Nintendo Wii "head-to-head"
Recentemente a Apple investiu em uma nova rodada de comerciais para promover o Mac frente ao seu maior concorrente: o PC. Inicialmente foram encomendados apenas 7 comerciais, mas com o sucesso dos filmes novas versões estão sendo feitas (inclusive uma com a Gisele Bündchen).
Os comerciais colocam, lado a lado, dois atores representando o Mac (um sujeito descolado, bonitão, de roupas leves) e o PC (ator de terno, óculos, cabelo feito e muito parecido com Bill Gates...). O intuito é deixar a imagem de que o Mac é um sistema pronto, que não trava, totalmente multimídia e descolado, enquanto o PC é algo difícil e ligado ao trabalho (que, afinal, poucos querem lembrar).
O conceito dos comerciais é deixar, de forma engraçada, as vantagens de um Mac e, claro, falar mal do PC e seus problemas. Em um dos comerciais, por exemplo, Mac e PC estão conversando, mas o ator que representa o PC "trava" e precisa recomeçar a sua fala. Só que ele trava novamente...
São comerciais arriscados, pois mesmo que falem mal de seus concorrentes, acabam por colocá-los em evidência. A forma como os filmes são dirigidos e principalmente o sucesso da criação+redação são cruciais para os comerciais atingirem bons resultados. Sem contar que você cutuca seu adversário com vara curta... E é preciso estar preparado para o contra-ataque.
Outro possível problema é não mostrar o seu produto nos comerciais - afinal, é o que você quer vender, e é isso que interessa. Mas novamente a criatividade fará com que o público associe imediatamente a idéia e o conceito dos comerciais com os produtos relacionados. Como a lendária versão de 1984 da Apple...
Bla bla bla, chega de falar da Apple. Essa introdução serve para comentar o novo comercial da Nintendo, que da mesma forma como a Apple fez em sua campanha, coloca lado a lado duas pessoas representando dois sistemas.
A Nintendo ousou neste comercial. Deixou de lado sua imagem infantil e - vejam só - colocou uma garota semi-nua representando o novo Nintendo Wii. O concorrente é o PlayStation 3 - representado por uma gorda nerd hi-tech...
Enquanto a garota-nintendo, loira e gostosa (embora muito boba), comenta sobre "sua" facilidade, diversão e PREÇO, a gordinha quer convencer o público com seu papo high-tech e que, no final das contas, pouca gente entende.
É impagável, principalmente para quem entende inglês. Muito divertido e bem feito, mesmo copiando a idéia da Apple. E, claro, bem sensual, incrível para os padrões da Nintendo... Assistam e comentem!
Os comerciais colocam, lado a lado, dois atores representando o Mac (um sujeito descolado, bonitão, de roupas leves) e o PC (ator de terno, óculos, cabelo feito e muito parecido com Bill Gates...). O intuito é deixar a imagem de que o Mac é um sistema pronto, que não trava, totalmente multimídia e descolado, enquanto o PC é algo difícil e ligado ao trabalho (que, afinal, poucos querem lembrar).
O conceito dos comerciais é deixar, de forma engraçada, as vantagens de um Mac e, claro, falar mal do PC e seus problemas. Em um dos comerciais, por exemplo, Mac e PC estão conversando, mas o ator que representa o PC "trava" e precisa recomeçar a sua fala. Só que ele trava novamente...
São comerciais arriscados, pois mesmo que falem mal de seus concorrentes, acabam por colocá-los em evidência. A forma como os filmes são dirigidos e principalmente o sucesso da criação+redação são cruciais para os comerciais atingirem bons resultados. Sem contar que você cutuca seu adversário com vara curta... E é preciso estar preparado para o contra-ataque.
Outro possível problema é não mostrar o seu produto nos comerciais - afinal, é o que você quer vender, e é isso que interessa. Mas novamente a criatividade fará com que o público associe imediatamente a idéia e o conceito dos comerciais com os produtos relacionados. Como a lendária versão de 1984 da Apple...
Bla bla bla, chega de falar da Apple. Essa introdução serve para comentar o novo comercial da Nintendo, que da mesma forma como a Apple fez em sua campanha, coloca lado a lado duas pessoas representando dois sistemas.
A Nintendo ousou neste comercial. Deixou de lado sua imagem infantil e - vejam só - colocou uma garota semi-nua representando o novo Nintendo Wii. O concorrente é o PlayStation 3 - representado por uma gorda nerd hi-tech...
Enquanto a garota-nintendo, loira e gostosa (embora muito boba), comenta sobre "sua" facilidade, diversão e PREÇO, a gordinha quer convencer o público com seu papo high-tech e que, no final das contas, pouca gente entende.
É impagável, principalmente para quem entende inglês. Muito divertido e bem feito, mesmo copiando a idéia da Apple. E, claro, bem sensual, incrível para os padrões da Nintendo... Assistam e comentem!
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